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EMICIDA
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Acerca De EMICIDA

EMICIDA
E.M.I.C.I.D.A
Enquanto Minha Imaginação Compor Insanidades Domino a Arte
A essa altura do campeonato, você provavelmente sabe algumas – ou todas – dessas coisas: que o Emicida afiou suas garras vencendo batalhas de rimas; que fez no esquema faça-você-mesmo singles e mixtapes e os vendeu de mão em mão até chegar às 30 mil cópias (até o agora, que é julho de 2011) ; que eternizou seu grito de guerra “A Rua é Nós” na cultura pop brasileira do século XXI; que fez bons clipes que garantiram visibilidade e têm milhões de plays no YouTube; que gravou com outros MCs, com funkeiros, roqueiros e sambistas; que tocou nos EUA; que seu falecido pai foi DJ de bailes Black; que conquistou a grande mídia especializada via mídia alternativa especializada e abriu uma possibilidade do rap estar de volta aos holofotes por aqui dum jeito que não acontecia há muito tempo; que montou seu time de trampo com o irmão e cantor Evandro Fióti e amigos de longa data e batizou a camarilha de Laboratório Fantasma; que gravou com produtores norte-americanos dos quais havia surrupiado uma base; que ele é profundamente influenciado por sua mãe, a Dona Jacira; que há quem o odeie; que ele não bebe ou fuma.
Mas, além de tudo isso, além dele ter entrado com a rua pelo seu computador e roubado sua atenção antes que você pudesse se dar conta, o que talvez ainda precise ser falado para além dos dados é que foi a perspectiva do Emicida a maior responsável por tudo que vem acontecendo. E isso da forma mais ampla possível, sua perspectiva como a sua arte do improviso: as maneiras de se comunicar diretamente com seu público em crescimento constante, com a mídia, e sua perspectiva de fazer música sem perder a noção que é preciso voltar ao começo a cada dia. Ouça atentamente e em ordem de lançamento suas músicas. O predicado maior do melhor do rap, que é transformar o cotidiano numa ficção crível e envolvente tem um colosso de exemplo na obra do Emicida. Sua capacidade de adaptação aos ambientes pelos quais circula, e a criação que ele consegue fazer a partir disso o colocam entre os grandes. Muito disso tudo, tanto em termos musicais quanto em matéria de negócios, vem também por ele ter entendido e colocado a levada (o que os norte-americanos tratam por “flow”) como a centralidade fundamental de suas composições. O balanço entre base, voz e letra, a malandragem da interpretação com os respiros e ataques. O rap brasileiro já apresentou e constantemente apresenta mestres da ginga vocal, mas o Emicida o faz sem que soe como malabarismo técnico. Ele faz com que coisas difíceis pareçam naturais, fluidas. E é assim que ele lida com a sua carreira também. Com afinco e gana – e de um jeito que as pessoas olham e o vêem no sapatinho. É porque o embaixador das ruas é o cara mais trabalhador do show business do Brasil.
Texto por André Maleronka.
A rua é Noiz
Enquanto Minha Imaginação Compor Insanidades Domino a Arte
A essa altura do campeonato, você provavelmente sabe algumas – ou todas – dessas coisas: que o Emicida afiou suas garras vencendo batalhas de rimas; que fez no esquema faça-você-mesmo singles e mixtapes e os vendeu de mão em mão até chegar às 30 mil cópias (até o agora, que é julho de 2011) ; que eternizou seu grito de guerra “A Rua é Nós” na cultura pop brasileira do século XXI; que fez bons clipes que garantiram visibilidade e têm milhões de plays no YouTube; que gravou com outros MCs, com funkeiros, roqueiros e sambistas; que tocou nos EUA; que seu falecido pai foi DJ de bailes Black; que conquistou a grande mídia especializada via mídia alternativa especializada e abriu uma possibilidade do rap estar de volta aos holofotes por aqui dum jeito que não acontecia há muito tempo; que montou seu time de trampo com o irmão e cantor Evandro Fióti e amigos de longa data e batizou a camarilha de Laboratório Fantasma; que gravou com produtores norte-americanos dos quais havia surrupiado uma base; que ele é profundamente influenciado por sua mãe, a Dona Jacira; que há quem o odeie; que ele não bebe ou fuma.
Mas, além de tudo isso, além dele ter entrado com a rua pelo seu computador e roubado sua atenção antes que você pudesse se dar conta, o que talvez ainda precise ser falado para além dos dados é que foi a perspectiva do Emicida a maior responsável por tudo que vem acontecendo. E isso da forma mais ampla possível, sua perspectiva como a sua arte do improviso: as maneiras de se comunicar diretamente com seu público em crescimento constante, com a mídia, e sua perspectiva de fazer música sem perder a noção que é preciso voltar ao começo a cada dia. Ouça atentamente e em ordem de lançamento suas músicas. O predicado maior do melhor do rap, que é transformar o cotidiano numa ficção crível e envolvente tem um colosso de exemplo na obra do Emicida. Sua capacidade de adaptação aos ambientes pelos quais circula, e a criação que ele consegue fazer a partir disso o colocam entre os grandes. Muito disso tudo, tanto em termos musicais quanto em matéria de negócios, vem também por ele ter entendido e colocado a levada (o que os norte-americanos tratam por “flow”) como a centralidade fundamental de suas composições. O balanço entre base, voz e letra, a malandragem da interpretação com os respiros e ataques. O rap brasileiro já apresentou e constantemente apresenta mestres da ginga vocal, mas o Emicida o faz sem que soe como malabarismo técnico. Ele faz com que coisas difíceis pareçam naturais, fluidas. E é assim que ele lida com a sua carreira também. Com afinco e gana – e de um jeito que as pessoas olham e o vêem no sapatinho. É porque o embaixador das ruas é o cara mais trabalhador do show business do Brasil.
Texto por André Maleronka.
A rua é Noiz
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Géneros:
Música Popular Contemporânea
Miembros de la banda:
Café (Percussão), Samuel (Baixo/Percussão), Anna Tréa (Violão/Guitarra/Cavaco e Percussão), Sivuca (Percussão), Doni Jr. (Violão/Guitarra/Cavaco e Percussão), Dj Nyack (Dj), Emicida (Voz)
Ciudad de Origen:
Sao Paulo, Brazil
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Gira de EMICIDA
Acerca De EMICIDA

EMICIDA
E.M.I.C.I.D.A
Enquanto Minha Imaginação Compor Insanidades Domino a Arte
A essa altura do campeonato, você provavelmente sabe algumas – ou todas – dessas coisas: que o Emicida afiou suas garras vencendo batalhas de rimas; que fez no esquema faça-você-mesmo singles e mixtapes e os vendeu de mão em mão até chegar às 30 mil cópias (até o agora, que é julho de 2011) ; que eternizou seu grito de guerra “A Rua é Nós” na cultura pop brasileira do século XXI; que fez bons clipes que garantiram visibilidade e têm milhões de plays no YouTube; que gravou com outros MCs, com funkeiros, roqueiros e sambistas; que tocou nos EUA; que seu falecido pai foi DJ de bailes Black; que conquistou a grande mídia especializada via mídia alternativa especializada e abriu uma possibilidade do rap estar de volta aos holofotes por aqui dum jeito que não acontecia há muito tempo; que montou seu time de trampo com o irmão e cantor Evandro Fióti e amigos de longa data e batizou a camarilha de Laboratório Fantasma; que gravou com produtores norte-americanos dos quais havia surrupiado uma base; que ele é profundamente influenciado por sua mãe, a Dona Jacira; que há quem o odeie; que ele não bebe ou fuma.
Mas, além de tudo isso, além dele ter entrado com a rua pelo seu computador e roubado sua atenção antes que você pudesse se dar conta, o que talvez ainda precise ser falado para além dos dados é que foi a perspectiva do Emicida a maior responsável por tudo que vem acontecendo. E isso da forma mais ampla possível, sua perspectiva como a sua arte do improviso: as maneiras de se comunicar diretamente com seu público em crescimento constante, com a mídia, e sua perspectiva de fazer música sem perder a noção que é preciso voltar ao começo a cada dia. Ouça atentamente e em ordem de lançamento suas músicas. O predicado maior do melhor do rap, que é transformar o cotidiano numa ficção crível e envolvente tem um colosso de exemplo na obra do Emicida. Sua capacidade de adaptação aos ambientes pelos quais circula, e a criação que ele consegue fazer a partir disso o colocam entre os grandes. Muito disso tudo, tanto em termos musicais quanto em matéria de negócios, vem também por ele ter entendido e colocado a levada (o que os norte-americanos tratam por “flow”) como a centralidade fundamental de suas composições. O balanço entre base, voz e letra, a malandragem da interpretação com os respiros e ataques. O rap brasileiro já apresentou e constantemente apresenta mestres da ginga vocal, mas o Emicida o faz sem que soe como malabarismo técnico. Ele faz com que coisas difíceis pareçam naturais, fluidas. E é assim que ele lida com a sua carreira também. Com afinco e gana – e de um jeito que as pessoas olham e o vêem no sapatinho. É porque o embaixador das ruas é o cara mais trabalhador do show business do Brasil.
Texto por André Maleronka.
A rua é Noiz
Enquanto Minha Imaginação Compor Insanidades Domino a Arte
A essa altura do campeonato, você provavelmente sabe algumas – ou todas – dessas coisas: que o Emicida afiou suas garras vencendo batalhas de rimas; que fez no esquema faça-você-mesmo singles e mixtapes e os vendeu de mão em mão até chegar às 30 mil cópias (até o agora, que é julho de 2011) ; que eternizou seu grito de guerra “A Rua é Nós” na cultura pop brasileira do século XXI; que fez bons clipes que garantiram visibilidade e têm milhões de plays no YouTube; que gravou com outros MCs, com funkeiros, roqueiros e sambistas; que tocou nos EUA; que seu falecido pai foi DJ de bailes Black; que conquistou a grande mídia especializada via mídia alternativa especializada e abriu uma possibilidade do rap estar de volta aos holofotes por aqui dum jeito que não acontecia há muito tempo; que montou seu time de trampo com o irmão e cantor Evandro Fióti e amigos de longa data e batizou a camarilha de Laboratório Fantasma; que gravou com produtores norte-americanos dos quais havia surrupiado uma base; que ele é profundamente influenciado por sua mãe, a Dona Jacira; que há quem o odeie; que ele não bebe ou fuma.
Mas, além de tudo isso, além dele ter entrado com a rua pelo seu computador e roubado sua atenção antes que você pudesse se dar conta, o que talvez ainda precise ser falado para além dos dados é que foi a perspectiva do Emicida a maior responsável por tudo que vem acontecendo. E isso da forma mais ampla possível, sua perspectiva como a sua arte do improviso: as maneiras de se comunicar diretamente com seu público em crescimento constante, com a mídia, e sua perspectiva de fazer música sem perder a noção que é preciso voltar ao começo a cada dia. Ouça atentamente e em ordem de lançamento suas músicas. O predicado maior do melhor do rap, que é transformar o cotidiano numa ficção crível e envolvente tem um colosso de exemplo na obra do Emicida. Sua capacidade de adaptação aos ambientes pelos quais circula, e a criação que ele consegue fazer a partir disso o colocam entre os grandes. Muito disso tudo, tanto em termos musicais quanto em matéria de negócios, vem também por ele ter entendido e colocado a levada (o que os norte-americanos tratam por “flow”) como a centralidade fundamental de suas composições. O balanço entre base, voz e letra, a malandragem da interpretação com os respiros e ataques. O rap brasileiro já apresentou e constantemente apresenta mestres da ginga vocal, mas o Emicida o faz sem que soe como malabarismo técnico. Ele faz com que coisas difíceis pareçam naturais, fluidas. E é assim que ele lida com a sua carreira também. Com afinco e gana – e de um jeito que as pessoas olham e o vêem no sapatinho. É porque o embaixador das ruas é o cara mais trabalhador do show business do Brasil.
Texto por André Maleronka.
A rua é Noiz
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Géneros:
Música Popular Contemporânea
Miembros de la banda:
Café (Percussão), Samuel (Baixo/Percussão), Anna Tréa (Violão/Guitarra/Cavaco e Percussão), Sivuca (Percussão), Doni Jr. (Violão/Guitarra/Cavaco e Percussão), Dj Nyack (Dj), Emicida (Voz)
Ciudad de Origen:
Sao Paulo, Brazil
Los fans también siguen
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Vive la experiencia total con la aplicación de Bandsintown.
Lo que dicen los fans
Incrível do início ao fim, meu primeiro show de muitos o som maravilhoso cantores incríveis uma energia contagiante
26 de enero de 2026·Palmeiras-Barra Funda, Brazil
O show do Emicida foi ótimo na Concha Acústica, com as participações foi melhor ainda
30 de noviembre de 2024·Salvador, Brazil
Caio
MARAVILHOSO!!!!!!!!
26 de mayo de 2024·São Paulo, Brazil

Jacqueline
Lo que dicen los fans
Incrível do início ao fim, meu primeiro show de muitos o som maravilhoso cantores incríveis uma energia contagiante
26 de enero de 2026·Palmeiras-Barra Funda, Brazil
O show do Emicida foi ótimo na Concha Acústica, com as participações foi melhor ainda
30 de noviembre de 2024·Salvador, Brazil
Caio
MARAVILHOSO!!!!!!!!
26 de mayo de 2024·São Paulo, Brazil

Jacqueline

