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About Thalma de Freitas

Thalma de Freitas Aos pés do piano, ouvidos atentos às notas dedilhadas pelo pai, foi pela brisa suave da bossa nova que se deu a educação musical de Thalma. Filha do maestro Laércio de Freitas, criou-se entre bambas do samba-jazz e nunca imaginou ser outra coisa que não artista. Atriz dona de um Kikito - que recebeu pela atuação como atriz coadjuvante no filme Filhas do Vento (2005) -, estreou nos palcos aos 19 com o musical Hair e logo em seguida ganhou fama nas novelas da Globo, nas quais atua até hoje. Na música, a filha do maestro aprendeu rápido as lições da sala-de-estar. Reconhecida como uma das figuras-chave de sua geração, Thalma arrebanhou Paulão 7 Cordas para um duo de voz e violão, compôs um bolero com João Donato e abriu os caminhos para Wilson das Neves na Orquestra Imperial, big band da qual é vocalista e que reinventou a gafieira escalando músicos como Nelson Jacobina, Rodrigo Amarante, Kassin e Domenico Lancelotti. Com a Orquestra, Thalma gravou o disco Carnaval Só Ano Que Vem (2007), bronze na eleição dos melhores do ano da revista Rolling Stone. Três anos antes, ela já havia alçado vôo solo com um elogiado EP levando o seu nome. Inquieta demais para o lugar-comum da intérprete de standards da MPB, Thalma persegue o improvável. Testa os limites de sua criatividade erguendo ao pedestal um simples teclado Casio (em Casio Knighs), emoldura a filosofia Iorubá no ruído do funk/rock em Asé e sabe aglutinar ao seu redor todo talento luminoso que cruza pelo caminho. Acumular parcerias, aliás, talvez seja seu esporte predileto. Acompanhar a carreira de Thalma é como embarcar num jogo de liga-pontos que a une a um sem-número de outros artistas. Sua trajetória é sintoma do atual momento da cultura brasileira, na qual os músicos, alijados das grandes gravadoras, não encontram barreiras em se misturar e conspiram entre si uma série de obras coletivas. Atraídos pela força de sua voz, artistas e grupos como Instituto, 3naMassa, Marcelo D2, Céu, Domenico+2, Bebeto Castilho, Iara Rennó e o produtor Mário Caldato (Beck e Beastie Boys) gravaram com ela. Na geografia da nova música nacional, talvez nenhuma outra cantora possa ornar tantas conexões. O ímpeto pela criação coletiva ganhou endereço preferencial no último verão, quando Thalma fundou a comunidade artística Miradouro, baseada no antigo consulado de El Salvador, centro do Rio. Enclave de novas ideias e tendências na música, vídeo e artes visuais, o Miradouro parece ainda obedecer à sua vocação original, servindo agora de embaixada para artistas que se hospedam e colaboram com os projetos ali desenvolvidos. Freqüentado por nomes como Alice Caymmi, Andreia Dias, Larissa Maciel, Ney Matogrosso, Seu Jorge, Vincent Moon, Karina Buhr, Gaby Amarantos, Jacques Morelembaum, Camila Pitanga, Cibelle e Iara Rennó, é neste lugar onde Thalma hoje vive e oxigena suas veias criativas. www.thalmadefreitas.com http://bit.do/thalma
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Thalma de Freitas Aos pés do piano, ouvidos atentos às notas dedilhadas pelo pai, foi pela brisa suave da bossa nova que se deu a educação musical de Thalma. Filha do maestro Laércio de Freitas, criou-se entre bambas do samba-jazz e nunca imaginou ser outra coisa que não artista. Atriz dona de um Kikito - que recebeu pela atuação como atriz coadjuvante no filme Filhas do Vento (2005) -, estreou nos palcos aos 19 com o musical Hair e logo em seguida ganhou fama nas novelas da Globo, nas quais atua até hoje. Na música, a filha do maestro aprendeu rápido as lições da sala-de-estar. Reconhecida como uma das figuras-chave de sua geração, Thalma arrebanhou Paulão 7 Cordas para um duo de voz e violão, compôs um bolero com João Donato e abriu os caminhos para Wilson das Neves na Orquestra Imperial, big band da qual é vocalista e que reinventou a gafieira escalando músicos como Nelson Jacobina, Rodrigo Amarante, Kassin e Domenico Lancelotti. Com a Orquestra, Thalma gravou o disco Carnaval Só Ano Que Vem (2007), bronze na eleição dos melhores do ano da revista Rolling Stone. Três anos antes, ela já havia alçado vôo solo com um elogiado EP levando o seu nome. Inquieta demais para o lugar-comum da intérprete de standards da MPB, Thalma persegue o improvável. Testa os limites de sua criatividade erguendo ao pedestal um simples teclado Casio (em Casio Knighs), emoldura a filosofia Iorubá no ruído do funk/rock em Asé e sabe aglutinar ao seu redor todo talento luminoso que cruza pelo caminho. Acumular parcerias, aliás, talvez seja seu esporte predileto. Acompanhar a carreira de Thalma é como embarcar num jogo de liga-pontos que a une a um sem-número de outros artistas. Sua trajetória é sintoma do atual momento da cultura brasileira, na qual os músicos, alijados das grandes gravadoras, não encontram barreiras em se misturar e conspiram entre si uma série de obras coletivas. Atraídos pela força de sua voz, artistas e grupos como Instituto, 3naMassa, Marcelo D2, Céu, Domenico+2, Bebeto Castilho, Iara Rennó e o produtor Mário Caldato (Beck e Beastie Boys) gravaram com ela. Na geografia da nova música nacional, talvez nenhuma outra cantora possa ornar tantas conexões. O ímpeto pela criação coletiva ganhou endereço preferencial no último verão, quando Thalma fundou a comunidade artística Miradouro, baseada no antigo consulado de El Salvador, centro do Rio. Enclave de novas ideias e tendências na música, vídeo e artes visuais, o Miradouro parece ainda obedecer à sua vocação original, servindo agora de embaixada para artistas que se hospedam e colaboram com os projetos ali desenvolvidos. Freqüentado por nomes como Alice Caymmi, Andreia Dias, Larissa Maciel, Ney Matogrosso, Seu Jorge, Vincent Moon, Karina Buhr, Gaby Amarantos, Jacques Morelembaum, Camila Pitanga, Cibelle e Iara Rennó, é neste lugar onde Thalma hoje vive e oxigena suas veias criativas. www.thalmadefreitas.com http://bit.do/thalma
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