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Carolina Tickets, Tour Dates and Concerts
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About Carolina

É em noites como aquelas em que se apresenta no histórico Clube de Fado, em Alfama, Lisboa, que Carolina verdadeiramente se revela. Nesse contexto, de recorte mais solene, mais noturno, com a iluminação mais baixa a acentuar o natural intimismo da ocasião, rodeada de viola e guitarra, sem amplificação, sem qualquer filtro tecnológico, a sua voz e a sua entrega ecoam de forma extraordinária no cenário de pedras centenárias, arrebatando quem lhe dá atenção, arrancando naturais aplausos dos que se deixam enredar nas palavras que a sua garganta solta, límpidas e profundas, como devem ser sempre as palavras que uma fadista sente e vive.
Com dois registos no activo lançados através da Sony - Carolina, produzido por Ricardo Cruz (que tem António Zambujo no seu currículo), foi lançado em 2014, enquanto o mais recente, enCantado, trabalho assinado pelo produtor Diogo Clemente (Carminho), data já de 2017 -, Carolina já deixou muito claro que tem voz, coração, personalidade e cabeça para ir muito longe. Exactamente porque a seriedade que investe na sua arte e a entrega que lhe dá sem quaisquer reservas são, juntamente com o talento, pilares em que se pode e deve sustentar uma longa carreira.
Carolina nasceu na Alemanha, mas cresceu em Trás-os-Montes, onde o fado foi descoberta em que apoiou a sua própria procura de identidade. Mais tarde, no Porto, respondeu ao apelo dos palcos, estudou e fez teatro, cantou ópera e, um dia, deixou que o fado a puxasse para dentro de si mesmo quando, de forma impulsiva, deu voz a três fados que conhecia, recorrendo a todas as lições aprendidas a escutar de forma atenta Amália Rodrigues, facto que chegou para impressionar quem programava a reputada Casa da Mariquinhas, um dos melhores redutos de fado da Invicta, onde passou a apresentar-se regularmente.
O fado, muito logicamente, puxou-a para os palcos, mas também a foi trazendo para mais próximo de Lisboa. Foi Beatriz Costa por mão de Filipe La Féria na sua encenação de A Canção de Lisboa, e, a convite de Mário Pacheco, a alma do Clube de Fado, apresentou-se pela primeira vez fora de Portugal, em Varsóvia, trazendo da viagem a força dos aplausos e a certeza de que este seria o seu futuro. Foi chamada para a programação do Museu do Fado em 2009 e 2010, cantou no grande ecrã no filme O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso, em 2012, e estreou-se depois em disco um par de anos mais tarde.
Como artista de atitude personalizada que é, Carolina não gosta de se limitar, e isso significa que tanto maravilha em fados tradicionais, como o clássico "Um Fado Nasce" do grande Alberto Janes que cantou no seu álbum de estreia, como em reportório mais moderno, caso de "Falar de Amor", com poema escrito por Carolina Deslandes, a que deu voz no trabalho mais recente. Carolina sabe que é este o seu tempo. A sua alma pode carregar memórias e lições antigas, mas a voz traduz as nuances do amor que vive hoje, que sente de forma profunda na vida que agora leva. E é isso que se sente quando ela canta à nossa frente: no Clube de fado ou num palco maior de um Auditório, em Portugal mas também em importantes salas no estrangeiro. Este arrebatamento que a sua voz inspira acontece porque Carolina, enfim, é uma artista verdadeira. Que canta o que sente e que sente como ninguém o que canta. E é isso que a define.

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It’s when she is on stage at Lisbon’s historic Clube de Fado venue, in the traditional Alfama quarter, that Carolina reveals herself truly. It is in this ambience, more solemn, more nocturnal, with the discrete lighting underlining the intimacy of the moment, with her musicians, with no technology, no microphone, no amplification, that she is at her prime. Her performance echoes through the centuries-old stones of the building, captivating the listener, bringing the audience to its feet as her clear, deep voice makes the words she sings live and feel the timeless tale of Fado.

Carolina has released two albums on Sony Music – 2014’s Carolina, recorded with António Zambujo’s producer Ricardo Cruz, and 2017’s enCantado, produced by Diogo Clemente (who has worked with Carminho and Mariza). And she has made quite clear she has the voice, the heart, the personality and the will to go as far as she wants to. Because a career is built on commitment, investment, seriousness, and talent – and Carolina has all of those, in large quantities.

Though born in Germany, it was in the North of Portugal that Carolina grew up and discovered Fado. She studied and performed theater in Oporto, she sang opera, and one day she sang three Fados she had learnt from Amália Rodrigues’ old records. Her performance was so impressive that she was offered a regular spot at one of the city’s premier Fado houses, Casa da Mariquinhas.

Fado brought her closer to the stage, and closer to Lisbon. Theatre director Filipe La Féria invited her to play the role made famous by 1930s actress Beatriz Costa in his stage production of Song of Lisbon and later the role of “Amália”.The acclaimed Fado guitarist Mário Pacheco, who runs Clube de Fado, invited her to sing in Warsaw, where Carolina understood Fado was her destiny. She sang in the Fado Museum in 2009 and 2010, has been performing live all over the world (and even in films), and started her recording career.

Carolina knows her time has come. She is her own singer, her own artist; she makes hers the traditional Fado melodies every self-respecting Fado singer knows by heart, while singing contemporary material from someone like pop songwriter Carolina Deslandes, and both have a place in her recordings. Her soul may carry the old memories, the old lessons, but her voice is of our days, and translates all the nuances of love as it is loved today. Whether in a Fado house, in a major concert hall, in Portugal or abroad, Carolina is always the same: a true artist who sings what she feels and feels what she sings.

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Genres:
Fado
Hometown:
Lisbon, Portugal

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Fan Reviews

Scott
February 8th 2020
A truly great night!
Rutherfordton, NC@
R-S Central High School

About Carolina

É em noites como aquelas em que se apresenta no histórico Clube de Fado, em Alfama, Lisboa, que Carolina verdadeiramente se revela. Nesse contexto, de recorte mais solene, mais noturno, com a iluminação mais baixa a acentuar o natural intimismo da ocasião, rodeada de viola e guitarra, sem amplificação, sem qualquer filtro tecnológico, a sua voz e a sua entrega ecoam de forma extraordinária no cenário de pedras centenárias, arrebatando quem lhe dá atenção, arrancando naturais aplausos dos que se deixam enredar nas palavras que a sua garganta solta, límpidas e profundas, como devem ser sempre as palavras que uma fadista sente e vive.
Com dois registos no activo lançados através da Sony - Carolina, produzido por Ricardo Cruz (que tem António Zambujo no seu currículo), foi lançado em 2014, enquanto o mais recente, enCantado, trabalho assinado pelo produtor Diogo Clemente (Carminho), data já de 2017 -, Carolina já deixou muito claro que tem voz, coração, personalidade e cabeça para ir muito longe. Exactamente porque a seriedade que investe na sua arte e a entrega que lhe dá sem quaisquer reservas são, juntamente com o talento, pilares em que se pode e deve sustentar uma longa carreira.
Carolina nasceu na Alemanha, mas cresceu em Trás-os-Montes, onde o fado foi descoberta em que apoiou a sua própria procura de identidade. Mais tarde, no Porto, respondeu ao apelo dos palcos, estudou e fez teatro, cantou ópera e, um dia, deixou que o fado a puxasse para dentro de si mesmo quando, de forma impulsiva, deu voz a três fados que conhecia, recorrendo a todas as lições aprendidas a escutar de forma atenta Amália Rodrigues, facto que chegou para impressionar quem programava a reputada Casa da Mariquinhas, um dos melhores redutos de fado da Invicta, onde passou a apresentar-se regularmente.
O fado, muito logicamente, puxou-a para os palcos, mas também a foi trazendo para mais próximo de Lisboa. Foi Beatriz Costa por mão de Filipe La Féria na sua encenação de A Canção de Lisboa, e, a convite de Mário Pacheco, a alma do Clube de Fado, apresentou-se pela primeira vez fora de Portugal, em Varsóvia, trazendo da viagem a força dos aplausos e a certeza de que este seria o seu futuro. Foi chamada para a programação do Museu do Fado em 2009 e 2010, cantou no grande ecrã no filme O Cônsul de Bordéus de Francisco Manso, em 2012, e estreou-se depois em disco um par de anos mais tarde.
Como artista de atitude personalizada que é, Carolina não gosta de se limitar, e isso significa que tanto maravilha em fados tradicionais, como o clássico "Um Fado Nasce" do grande Alberto Janes que cantou no seu álbum de estreia, como em reportório mais moderno, caso de "Falar de Amor", com poema escrito por Carolina Deslandes, a que deu voz no trabalho mais recente. Carolina sabe que é este o seu tempo. A sua alma pode carregar memórias e lições antigas, mas a voz traduz as nuances do amor que vive hoje, que sente de forma profunda na vida que agora leva. E é isso que se sente quando ela canta à nossa frente: no Clube de fado ou num palco maior de um Auditório, em Portugal mas também em importantes salas no estrangeiro. Este arrebatamento que a sua voz inspira acontece porque Carolina, enfim, é uma artista verdadeira. Que canta o que sente e que sente como ninguém o que canta. E é isso que a define.

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It’s when she is on stage at Lisbon’s historic Clube de Fado venue, in the traditional Alfama quarter, that Carolina reveals herself truly. It is in this ambience, more solemn, more nocturnal, with the discrete lighting underlining the intimacy of the moment, with her musicians, with no technology, no microphone, no amplification, that she is at her prime. Her performance echoes through the centuries-old stones of the building, captivating the listener, bringing the audience to its feet as her clear, deep voice makes the words she sings live and feel the timeless tale of Fado.

Carolina has released two albums on Sony Music – 2014’s Carolina, recorded with António Zambujo’s producer Ricardo Cruz, and 2017’s enCantado, produced by Diogo Clemente (who has worked with Carminho and Mariza). And she has made quite clear she has the voice, the heart, the personality and the will to go as far as she wants to. Because a career is built on commitment, investment, seriousness, and talent – and Carolina has all of those, in large quantities.

Though born in Germany, it was in the North of Portugal that Carolina grew up and discovered Fado. She studied and performed theater in Oporto, she sang opera, and one day she sang three Fados she had learnt from Amália Rodrigues’ old records. Her performance was so impressive that she was offered a regular spot at one of the city’s premier Fado houses, Casa da Mariquinhas.

Fado brought her closer to the stage, and closer to Lisbon. Theatre director Filipe La Féria invited her to play the role made famous by 1930s actress Beatriz Costa in his stage production of Song of Lisbon and later the role of “Amália”.The acclaimed Fado guitarist Mário Pacheco, who runs Clube de Fado, invited her to sing in Warsaw, where Carolina understood Fado was her destiny. She sang in the Fado Museum in 2009 and 2010, has been performing live all over the world (and even in films), and started her recording career.

Carolina knows her time has come. She is her own singer, her own artist; she makes hers the traditional Fado melodies every self-respecting Fado singer knows by heart, while singing contemporary material from someone like pop songwriter Carolina Deslandes, and both have a place in her recordings. Her soul may carry the old memories, the old lessons, but her voice is of our days, and translates all the nuances of love as it is loved today. Whether in a Fado house, in a major concert hall, in Portugal or abroad, Carolina is always the same: a true artist who sings what she feels and feels what she sings.

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